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11 de mar. de 2012

Indicação Fanfic: Bridge Over Troubled Water

 Bridge Over Troubled Water

Autora: 
IwantaWerewolfForMyself

 Em uma visão, Alice vê Laurent atacando Bella na clareira. Ela pede a Emmett proteger Bella, enquanto ela e Jasper tentam achar Edward para trazê lo de vota a Forks. Bella ainda vai querê - lo ou outro alguém vai tomar conta de seu coração?


 A fic foi traduzida até o cápitulo 23 por Fla Doomsday e daí em diante por Malu chan. O fato da fanfic ser traduzida foi o que me deu mais vontade de ler.

 A fic se passa depois daquela fatídica parte em que o Edward vai embora depois do aniversário da Bela. A história se passa na medida do possível na mesma linha do tempo original. Mas agora com Emmett na vida de Bela. O que na minha opinião tornam as coisas mais interessantes. Já que o Edward é muito chato.

 Se ela se encontrava em perigo com Edward, com Emmett a gente nem comenta. Ele é bem menos controlado que Edward em todos os sentidos. A relacionamento com Emmett flui bem diferente. Apesar das reações da Bella serem as mesmas as dele fazem toda a diferença.

 A história se agita de uma forma monstruosa com a chegada de Edward e Rosalie. Edward a largou em Fork, mas não é novidade pra ninguém que ele ainda a amava. E Rosalie terminou o casamento com o Emmett, mas ela não permitiria tão facilmente perder qualquer coisa que fosse pra Bella. Assim transformando a vida do casal num inferno.

 A fanfic se encontra no Fanfic.Net, se encontra quase completa. Espero que gostem :)

6 de fev. de 2012

A Invenção de Hugo Cabret

A Invenção de Hugo Cabret


Autor: Brian Selznick
Editora: SM
Ano: 2007
Número de Páginas: 533


Sinopse:


   Prepare-se para entrar em um mundo onde mistério e o suspense ditam as regras.
   Hugo Cabret é um menino órfão que vive escondido na central de trem de Paris anos 1930. Esgueirando-se por passagens secretas, Hugo cuida dos gigantescos relógios do lugar: escuta seus compassos, observa os enormes ponteiros e responsabiliza-se pelo funcionamento das máquinas.
   A sobrevivência de Hugo depende do anonimato: ele tenta se manter invisível porque guarda um incrível segredo, que é posto em risco quando o severo dono da loja de brinquedos da estação e sua afilhada cruzam o caminho do garoto.
   Um desenho enigmático, um caderno valioso, uma chave roubada e um homem mecânico estão no centro desta intrincada e imprevisível história, que, narrada por texto e imagens, mistura elementos dos quadrinhos e do cinema, oferecendo uma diferente e emocionante experiência de leitura.    


Aviso: está área contém spoilers

   A turma da minha irmã ganhou esse livro, e ela me deu dizendo que: " o Estado zoou com a nossa cara deram um livro só de desenhos". De primeiro momento concordei com ela, mais como uma pessoa que não dispensa livros - dependendo do assunto - fui ler a sinopse, que mal me faria? 
   Quando terminei de ler a sinopse já estava cativada, histórias com crianças me encantam, e além do mais não seria um leitura cansativa, já que boa parte do livro são desenhos.
   Mas não se deixem enganar as imagens contam tão bem a história quanto as palavras. 

   Resumidamente a história roda em volta de um homem de lata "um autônomo" que o pai de Hugo que trabalhava numa relojoaria e de meio turno em um velho museu, encontrou. A partir do autônomo que a história se desenrola.
   Graças a ele o pai de Hugo morre e ele tem que morar com o tio bêbedo  que deveria cuidar dos relógios de uma estação de Paris. Algum tempo depois o tio dele desaparece.
   Hugo tem que viver em segredo já que o responsável por ele sumiu, um pouco depois em quanto passava pelos destroços do museu, viu o autônomo e o levou para a estação de trem. 
   Logo no começo a gente vê ele indo até uma loja de brinquedos, onde ele rouba alguns para usar no concerto do autônomo, o senhor que cuida desta junto de sua afilhada, um certo dia vê ele, o senhor acaba por pegar o caderninho de Hugo, que tinha as anotações do concerto do homem de lata.
   Desta parte em diante a história começa a fluir incrivelmente, quem gosta - como eu - de crianças como protagonistas, cinema e magia. Com certeza vai adorar esse livro.


 Adaptação para os Cinemas
   É o livro vai ganhar vida nas telas do cinema em 17 de Fevereiro. Se for metade do quão bom foi o livro, e mostra ser o trailer. Vale a pena assistir também.

TRAILER:

   Depois que eu ver o filme eu volto aqui para dizer se a adaptação para o cinema faz jus ao livro. 

4 de dez. de 2011

A Breve Segunda Vida de Bree Tanner


Nome do livro: A Breve Segunda Vida de Bree Tanner
Autora: Stephenie Meyer
Informações adicionais: Uma história de Eclipse, terceiro volume da Saga Crepúsculo.
Quantidade de páginas: 192

Sinopse: Pela primeira vez Stephenie Meyer oferece aos fãs uma nova perspectiva do universo de Crepúsculo. Na voz de Bree Tanner, uma jovem vampira integrante do violento exército de recém-criados que assola a cidade de Seattle no terceiro volume da série, Eclipse, somos apresentados ao lado sombrio da saga.
Bree vive nas trevas, sedenta por sangue. Não conhece sua verdadeira natureza e não pode confiar nos de sua espécie. Sua breve história acompanha a semana que antecede o confronto definitivo entre os recém-criados e os Cullen – a última semana de sua existência.
Resenhado por: Amanda Sousa

Aviso: Esta área contém spoilers.
Quando peguei este livro para ler, já sabia qual seria o final. Afirmação óbvia, esta, eu sei, visto que qualquer pessoa que conheça a história do terceiro volume da Saga Crepúsculo (Eclipse) sabe de fato como este livro termina. Mas por que escrever um livro cujo final já se sabe, Stephenie Meyer? Por que mostrar a vida de um personagem que "já está morto"?
Após ler o livro - mais uma vez, óbvio -, encontrei algumas razões para isso.
A perspectiva de Bree sobre a realidade dos vampiros é completamente diferente do que eles são na história de Meyer. Ela e os outros recém-criados por Victoria não sabem que o sol os faz brilhar ao invés de queimar, por exemplo. A historia de Bree nos dá uma ótima visão do que Victoria aprontava enquanto estava sumida. É bastante diferente de todo aquele romance com Bella e Edward, é mais sobre o medo de uma vampira de "três meses" de acabar desmembrada por um idiota qualquer, a cede insaciável por sangue, suas dúvidas e suas novas descobertas em seus poucos meses como vampira. Bree é adorável e é impossível não querer matar Jane (vocês sabem, a Volture loirinha maléfica) por sua crueldade (já vista em Lua Nova e Eclipse).
Com essas poucas palavras espero ter dado bons motivos para se ler este livro. Meu conselho é: experimente! Eu adorei a  diferença de cenário e saber mais sobre essa pobre garota que só apareceu em Eclipse para morrer, e que agora ganha destaque. Confira!


Arquivado em: Livros.

28 de fev. de 2011

Sherlock Holmes em: Um estudo em Vermelho


Ficha Técnica:
Título: Sherlock Holmes - Um estudo em Vermelho

Autor: Sir Arthur Conan Doyle

Editora: L&PM Pocket
Número de páginas: 166
Sinopse: Dr Watson conhecera Sherlock Holmes a fim de dividir com ele um quarto, para que pudessem dividir as dispesas. Quase que instantaneamente, o doutor Watson percebera o ser genial que o cercava. Holmes demonstrava em suas atitudes um senso dedutivo elevadíssimo e uma inteligência impressionante. O poder de ligação dos fatos que Holmes demonstrava fazia com que o seu novo companheiro de quarto ficasse admiradíssimo. Foi uma questão de tempo para o dr Watson tornar-se um fã incontestável e braço direito de Holmes. (...)

Resenha:
Quem nunca ouviu falar no melhor investigador do Mundo?
E que ele é um personagem e tanto todo mundo sabe, mas a história de " Um estudo em Vermelho" é incrível!
A primeira investigação de Sherlock Holmes é narrada por Dr. Watson ele é ex-membro do departamento médico do exército. Depois de um tempo na guerra foi ferido e afastado.
Este, tendo que arrumar um lugar pra morar com pouco dinheiro foi atrás de alguém com que pudesse dividir o aluguel. Nessa procura topou com Sherlock H. que lhe foi apresentado por uma amigo em comum.
Eles vão morar juntos, quando o Dr. Watson começa a perceber várias manias bem peculiares.
O mais impressionante é a teoria dele sobre o espaço do cérebro... "é como um pequeno sótão vazio, que temos de abastecer com a mobília que escolhemos. Um tolo pega todo e qualquer traste velho que encontra pelo caminho, de modo que, o conhecimento que poderia lhe ser utilizado fica de fora por falta de espaço ou, na melhor das hipóteses, acaba misturada com uma porção de outras coisas..."
Algum tempo depois ocorre um assassinato em que os detetives Lestrade e Gregson encontram-se sem saída se não pedir ajuda. Assim recorrendo a Sherlock Holmes.
Na cena do crime Sherlock, desvenda o caso quase que por completo, dando algumas informações de suas descobertas para os detetives.
O grande desfecho do crime ocorre de uma forma muito rápida e inesperada, eu levei um grande susto quando Sherlock prende o responsável pelo assassinato.
Na segunda parte - sim o livro é dividido em duas partes. Nós descobrimos os verdadeiros motivos pro assassinato, foi como chamam, um crime passional.
Se realmente se interessar em ler é super recomendado é clássico, mas não é maçante.


Arquivado em: Livros

24 de fev. de 2011

Filme: Percy Jackson e o Ladrão de Raios


Nome do filme: Percy Jackson e o Ladrão de Raios
Original: Percy Jackson and the Laghtning Thief
Baseado na obra literária de: Rick Riordan
Diretor: Chris Columbus
Elenco: Rosario Dawson, Uma Thurman, Pierce Brosnan, Sean Bean, Steve Coogan, Kevin McKidd, Catherine Keener, Logan Lerman, Melina Kanakaredes, Brandon T. Jackson.
Gênero: Aventura
Duração: 120 min.
Distribuidora: Fox Film
Estreiou em: 12 de Fevereiro de 2010

Sinopse: O arteiro Percy Jackson está encrencado na escola, mas esse nem de longe é seu maior desafio. Estamos no século 21, mas os deuses do Olimpo saem das páginas dos livros de mitologia grega de Percy e entram em sua vida. Ele descobre que seu pai verdadeiro é Poseidon, deus dos mares, o que significa que Percy é um semideus – metade humano, metade deus. Ao mesmo tempo, Zeus, rei de todos os deuses, acusa Percy de roubar seu raio, a primeira e verdadeira arma de destruição em massa.
Agora, Percy tem de se preparar para a maior aventura de sua vida, e os riscos não poderiam ser maiores.

Com nuvens de tempestade sinistras encobrindo o planeta e com sua vida ameaçada, Percy viaja até um enclave especial, um campo de treinamento para mestiços, onde aperfeiçoa seus recém-descobertos poderes para evitar uma guerra devastadora entre os deuses. É lá que ele conhece dois outros semideuses: a guerreira Annabeth, que procura sua mãe, a deusa Atena; e seu amigo de infância e protetor, Grover, um corajoso sátiro cujas habilidades ainda não foram testadas.
Grover e Annabeth unem-se a Percy numa incrível odisseia transcontinental, que os leva para 600 andares acima da cidade de Nova York (o portal para o Monte Olimpo) e para o famoso letreiro de Hollywood, sob o qual arde o fogo do Mundo dos Mortos.
O destino da humanidade depende do resultado dessa jornada, bem como a vida da mãe de Percy, Sally, que ele terá de resgatar das profundezas do inferno.

Resenha (ou melhor, crítica): O filme é incrível. Afirmo isso sem pestanejar, como fã do trabalho que Chris Columbus fez com esse filme. Agora, partindo do ponto de vista de fã do trabalho de Rick Riordan, daria uma nota regular. Na hora de adaptar o livro para as telonas, eles fizeram o que sempre acontece com as adaptações: pecaram nos detalhes. Tudo bem que aqui foi até exagero. Tipo tirar de cena o deus da Guerra, Ares, que era o ladrão de raios, e colocar Luke, um meio sangue (assim como Percy) como ladrão e principal vilão.
Além disso, Logan Lerman parece ter doze anos? (Não, hehe.) Deveria parecer que tem doze. Pois é. E o fato de ele saber logo que chega ao Acampamento Meio Sangue que Poseidon é seu pai? Isso supostamente deveria ser um mistério até ele quase ser massacrado. E por aí vai. A lista é grande.
Agora, deixando de lado o momento de fã irritada porque mudaram no filme detalhes da historia, o filme é super dinâmico. Toda hora tem ação, mistério, e aquele maravilhoso suspense. Rola até um levíssimo romance. Bem leve. Sem dúvidas, eu saí deslumbrada do cinema. Adorei. Mas preferiria que fosse mais leal ao livro.
Como estou aqui para avaliar a qualidade do filme apenas, nada mais justo que dar 5 estrelas. Mas falando como fã, a falta de lealdade à historia merecia 2 e meia. Ha-ha-ha.

Arquivado em: Filmes.


Resenha: Percy Jackson e os Olimpianos - O Ladrão de Raios, Por Rick Riordan

Nome do livro: Percy Jackson e os Olimpianos - O Ladrão de Raios
Original: Percy Jackson & the Olympians: The Lightning Thief
Autor: Rick Riordan
Quantidade de Páginas: 387
Sinopse: Percy Jackson é um garoto problemático de 12 anos que nunca conheceu o pai e vive com a mãe e o padrasto chato (Gabe Ugliano) em New York. Diagnosticado como sofredor de déficit de atenção, disléxico e hiperativo, nunca conseguiu ficar mais de um ano na mesma escola, sendo sempre expulso por causa de ataques de monstros. Apesar de estar acostumado a esquisitices em sua vida, quando, na sua escola do 7º ano, a professora de matemática Srª Dodds se transforma em um monstro mitológico (uma das fúrias de Hades) e tenta matá-lo, Percy começa a desconfiar de que não é um menino normal...
Resenhado por: Amanda Sousa
Aviso: Esta área contém spoilers.
Resenha: Percy, um garoto de 12 anos que tem muitos problemas para se adaptar numa escola, e que por conta disso muda constantemente, mal sabe que sua transtorno de déficit de atenção e hiperatividade são marcas importantes de um meio-sangue (meio humano e semi deus) e que isso o leva a ser perseguido por criaturas míticas e medonhas.
Num mundo totalmente novo e cheio de mistérios, Percy descobre que é acusado injustamente de roubar o raio mestre de Zeus, que na realidade fora roubado por Ares, o deus da guerra, com o intuito, obviamente, de causar discórdia e guerra.
Quando Percy chega para ficar junto dos seus, no Acampamento Meio-Sangue, descobre que  não sabem qual dos deuses é seu pai. Ele só passa a saber quando, numa brincadeira, os filhos de Ares o machucam seriamente, e Percy cai no riacho. Quando isso acontece, Percy descobre que pode se curar usando a água, e assim acontece. Além disso, um tridente de água se forma sobre a cabeça dele, no ar, e todos finalmente percebem: Percy era filho de Poseidon e ele estava assumindo a parternidade.
Isso, mais que tudo, fez com que todos achassem que ele era o ladrão de raios, e assim, Zeus estipulou um prazo para que o menino devolvesse o raio, senão ia acontecer uma guerra no olimpo.
O fato  de terem culpado Percy pode parecer totalmente sem fundamento. Contudo, para começo de conversa, Poseidon fora proibido de ter filhos. E depois, o raio sumiu. Como se não bastasse, Poseidon o assumiu como filho, e isso levantou todas as suspeitas.
Hades, o deus do submundo, também se envolveu na confusão. Sequestrou a mãe de Percy (Sally Ugliano), e o menino passa a achar que foi ele o ladrão.
No fim, depois de toda essa confusão, Percy descobre que Ares foi o ladrão e ocorre um conflito entre eles.
No geral, o livro é muitíssimo emocionante, e a trama é sensacional. Rola até uma comparaçãozinha básica por aí com Harry Potter, mas eu conheço ambas historias e digo que no contexto ambas são bem diferentes. Percy Jackson é altamente indicada para os amantes de séries literárias cheias de aventura, mistério e ação, assim como eu.


No próximo post: resenha ddo filme Percy Jackson e os Olimpianos - O Ladrão de Raios.


Arquivado em:  Livros