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12 de fev. de 2012

Resenha: Terra Fria

                                   Terra Fria 

Título Original: North Country
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 126 min.
Ano de Lançamento: 2005
Direção: Nikki Caro

Sinopse: Após um casamento fracassado, Josey Aimes (Charlize Theron) retorna à sua cidade natal, no Minnesota, em busca de emprego. Mãe solteira e com dois filhos para sustentar, ela é contratada pela principal fonte de empregos da região: as minas de ferro, que sustentam a cidade há gerações. O trabalho é duro mas o salário é bom, o que compensa o esforço. Aos poucos as amizades conquistadas no trabalho passam a fazer parte do dia-a-dia de Josey, aproximando famílias e vizinhos. Incentivada por Glory (Frances McDormand), uma das poucas mulheres da cidade que trabalha nas minas, Josey passa a trabalhar no grupo daqueles que penam para arrancar o minério das pedreiras. Ela está preparada para o trabalho duro e, às vezes, perigoso, mas o que não esperava era sofrer com o assédio dos seus colegas de trabalho. Como ao reclamar do tratamento recebido é ignorada, ela decide levar à justiça o caso.

Aviso: está areá contém spoilers 

   Esse é o típico filme de que se alguém mandar você assistir, você diz que não, já vi tudo o que precisava ver sobre a luta das mulheres pelo os direitos na escola. É o filme é exatamente sobre isso, se alguém me dissesse eu também diria que não ia assistir. Mas a falta de programação de madrugada me fez parar nesse filme. 
   Como diz na sinopse Josey desiste do casamento fracassado onde só apanhava de seu marido. Ela vai de primeiro momento para casa de seus pais, ela volta também a conversar com uma antiga amiga, tendo os dois filhos para sustentar, essa amiga lhe arranja um emprego na minas de ferro, onde também trabalhava seu pai, este não lhe apoia desde a época da escola.   
   Sua reputação não era das melhores antes mesmo de pegar o "trabalho dos homens" depois disso só piorou. Isso porque seu primeiro filho Sammy não "tinha" um pai. 
   Levar o caso de assédio para a justiça foi claramente certo, mas trouxe pra ela grandes problemas. E algumas histórias do passado tiveram que vir a tona.  Ela mais do que antes quase perdeu o amor de seu filho.
   No final ela consegue o apoio das pessoas que precisava e a justiça é feita.

6 de fev. de 2012

A Invenção de Hugo Cabret

A Invenção de Hugo Cabret


Autor: Brian Selznick
Editora: SM
Ano: 2007
Número de Páginas: 533


Sinopse:


   Prepare-se para entrar em um mundo onde mistério e o suspense ditam as regras.
   Hugo Cabret é um menino órfão que vive escondido na central de trem de Paris anos 1930. Esgueirando-se por passagens secretas, Hugo cuida dos gigantescos relógios do lugar: escuta seus compassos, observa os enormes ponteiros e responsabiliza-se pelo funcionamento das máquinas.
   A sobrevivência de Hugo depende do anonimato: ele tenta se manter invisível porque guarda um incrível segredo, que é posto em risco quando o severo dono da loja de brinquedos da estação e sua afilhada cruzam o caminho do garoto.
   Um desenho enigmático, um caderno valioso, uma chave roubada e um homem mecânico estão no centro desta intrincada e imprevisível história, que, narrada por texto e imagens, mistura elementos dos quadrinhos e do cinema, oferecendo uma diferente e emocionante experiência de leitura.    


Aviso: está área contém spoilers

   A turma da minha irmã ganhou esse livro, e ela me deu dizendo que: " o Estado zoou com a nossa cara deram um livro só de desenhos". De primeiro momento concordei com ela, mais como uma pessoa que não dispensa livros - dependendo do assunto - fui ler a sinopse, que mal me faria? 
   Quando terminei de ler a sinopse já estava cativada, histórias com crianças me encantam, e além do mais não seria um leitura cansativa, já que boa parte do livro são desenhos.
   Mas não se deixem enganar as imagens contam tão bem a história quanto as palavras. 

   Resumidamente a história roda em volta de um homem de lata "um autônomo" que o pai de Hugo que trabalhava numa relojoaria e de meio turno em um velho museu, encontrou. A partir do autônomo que a história se desenrola.
   Graças a ele o pai de Hugo morre e ele tem que morar com o tio bêbedo  que deveria cuidar dos relógios de uma estação de Paris. Algum tempo depois o tio dele desaparece.
   Hugo tem que viver em segredo já que o responsável por ele sumiu, um pouco depois em quanto passava pelos destroços do museu, viu o autônomo e o levou para a estação de trem. 
   Logo no começo a gente vê ele indo até uma loja de brinquedos, onde ele rouba alguns para usar no concerto do autônomo, o senhor que cuida desta junto de sua afilhada, um certo dia vê ele, o senhor acaba por pegar o caderninho de Hugo, que tinha as anotações do concerto do homem de lata.
   Desta parte em diante a história começa a fluir incrivelmente, quem gosta - como eu - de crianças como protagonistas, cinema e magia. Com certeza vai adorar esse livro.


 Adaptação para os Cinemas
   É o livro vai ganhar vida nas telas do cinema em 17 de Fevereiro. Se for metade do quão bom foi o livro, e mostra ser o trailer. Vale a pena assistir também.

TRAILER:

   Depois que eu ver o filme eu volto aqui para dizer se a adaptação para o cinema faz jus ao livro. 

20 de jul. de 2011

Harry Potter - O fim de uma saga e o começo de uma lenda

Como foi difícil assistir ao Relíquias da Morte parte 2! Muito mesmo. Entrei no cinema com vontade de chorar, e saí de lá de olhos inchados, chorando. Mas também, pudera, né! Foi o espetáculo do século - e não exagero ao dizer espetáculo. Porque, além de ser o filme mais fiel dos 8 àquilo que nós lemos nos  livros, ele é estupendamente emocionante. Tantas perdas... tantas batalhas! E aquele desejo inabalável de ver uma continuação? Como se contentar? Eu ainda não sei. Apenas sei que Harry Potter e seu legado podem ter acabado, mas estará sempre vivo em nós! E eu seriamente duvido que as novas modas consigam superar os números desse desfecho de Harry Potter, não é? Convenhamos que, como sempre, batemos vários recordes.

Enfim, não sei mais o que falar sem dar spoiler para quem não leu o livro e ainda não viu o filme... Sei que eu quero ver de novo, e de novo, e de novo... E eu duvido seriamente que eu consiga não chorar quando for ver novamente!

Harry Potter vai deixar saudade, não tem como negar. Rola uma torturazinha básica na tia J.K., um CRUICIO ou coisa assim para ela escrever mais?

Escrito por Amy Moore, arquivado em filmes.

27 de fev. de 2011

A Mentira

Nome do filme: A Mentira
Original: Easy A
Diretor: Will Gluck
Elenco: Emma Stone, Penn Badgley, Amanda Bynes, Dan Byrd, Thomas Haden Church, Patricia Clarckson, Cam Gigandet, Lisa Kudrow, Malcom McDowell, Alyson Michalka...
Gênero: Comédia / Romance
Duração: 92 minutos
Distribuidora: Sony Pictures
Sinopse: A estudante Olive Penderghast (Emma Stone) encontra-se vítima de seu próprio "boato", quando ela mente para sua melhor amiga, Rhiannon (Alyson Michalka) sobre um encontro de fim de semana com um calouro da faculdade. O boato sobre a promiscuidade de Olive rapidamente se espalha e, para sua surpresa, ela acolhe favoravelmente a atenção. Quando ela concorda em ajudar um amigo, que sofre com bullying, fingindo dormir com ele, sua imagem se degrada rapidamente para um estado mais sensual e seu mundo começa a ficar fora de controle.
Por: Ciel


       Aah, e o que seria de 2010 sem mais uma comédia romântica explorando as dificuldades do mundo adolescente? A Mentira pode ser, apesar de direcionada para um público mais jovem, aproveitada por pessoas mais velhas ou sem paciência para tais filmes. Com um roteiro um tanto... original e um elenco maravilhoso (Malcolm McDowell, alguém?), A Mentira conta a historia de Olive Penderghast, uma zé ninguém no radar do colegial que, ao contar uma única mentira à sua amiga, Rhiannon, acaba por virar a maior vadia da escola. A mentira consistia em dizer que, durante o fim de semana, Olive dormiu com um calouro da universidade. Mas isso acontece por acidente, claro, e uma das membros do "corpo de Jesus" da escola acaba por ouvir. É então que o boato se espalha. 
       Durante uma de suas visitas a detenção, a srta. Penderghast vê Brandon, um colega de escola a quem todos sabem ser gay. Este se aproveita mais tarde da fama de Olive e a faz ajudá-lo em tornar-se um hetero reconhecido. E então ela começa a fazer favores por dinheiro, ganhando assim uma fama não muito boa, pois, para aqueles que vêem de fora, lhes parece que está a cobrar outra coisa, se é que me entendem.
       Penderghast acaba com o casamento de seus professores, dança ao som de uma música irritante e usa referencias como o A, de "A Letra Escarlate", em sinal de adultério. 
        Além de ser um filme com ótimos trabalhos de fotografia, um bom roteiro e um elenco em que a risada está garantida, A Mentira é um filme que você, amante de comédias, não pode perder. Emma Stone realmente se supera em cada filme que a vejo.

Arquivado em: Filmes.


24 de fev. de 2011

Filme: Percy Jackson e o Ladrão de Raios


Nome do filme: Percy Jackson e o Ladrão de Raios
Original: Percy Jackson and the Laghtning Thief
Baseado na obra literária de: Rick Riordan
Diretor: Chris Columbus
Elenco: Rosario Dawson, Uma Thurman, Pierce Brosnan, Sean Bean, Steve Coogan, Kevin McKidd, Catherine Keener, Logan Lerman, Melina Kanakaredes, Brandon T. Jackson.
Gênero: Aventura
Duração: 120 min.
Distribuidora: Fox Film
Estreiou em: 12 de Fevereiro de 2010

Sinopse: O arteiro Percy Jackson está encrencado na escola, mas esse nem de longe é seu maior desafio. Estamos no século 21, mas os deuses do Olimpo saem das páginas dos livros de mitologia grega de Percy e entram em sua vida. Ele descobre que seu pai verdadeiro é Poseidon, deus dos mares, o que significa que Percy é um semideus – metade humano, metade deus. Ao mesmo tempo, Zeus, rei de todos os deuses, acusa Percy de roubar seu raio, a primeira e verdadeira arma de destruição em massa.
Agora, Percy tem de se preparar para a maior aventura de sua vida, e os riscos não poderiam ser maiores.

Com nuvens de tempestade sinistras encobrindo o planeta e com sua vida ameaçada, Percy viaja até um enclave especial, um campo de treinamento para mestiços, onde aperfeiçoa seus recém-descobertos poderes para evitar uma guerra devastadora entre os deuses. É lá que ele conhece dois outros semideuses: a guerreira Annabeth, que procura sua mãe, a deusa Atena; e seu amigo de infância e protetor, Grover, um corajoso sátiro cujas habilidades ainda não foram testadas.
Grover e Annabeth unem-se a Percy numa incrível odisseia transcontinental, que os leva para 600 andares acima da cidade de Nova York (o portal para o Monte Olimpo) e para o famoso letreiro de Hollywood, sob o qual arde o fogo do Mundo dos Mortos.
O destino da humanidade depende do resultado dessa jornada, bem como a vida da mãe de Percy, Sally, que ele terá de resgatar das profundezas do inferno.

Resenha (ou melhor, crítica): O filme é incrível. Afirmo isso sem pestanejar, como fã do trabalho que Chris Columbus fez com esse filme. Agora, partindo do ponto de vista de fã do trabalho de Rick Riordan, daria uma nota regular. Na hora de adaptar o livro para as telonas, eles fizeram o que sempre acontece com as adaptações: pecaram nos detalhes. Tudo bem que aqui foi até exagero. Tipo tirar de cena o deus da Guerra, Ares, que era o ladrão de raios, e colocar Luke, um meio sangue (assim como Percy) como ladrão e principal vilão.
Além disso, Logan Lerman parece ter doze anos? (Não, hehe.) Deveria parecer que tem doze. Pois é. E o fato de ele saber logo que chega ao Acampamento Meio Sangue que Poseidon é seu pai? Isso supostamente deveria ser um mistério até ele quase ser massacrado. E por aí vai. A lista é grande.
Agora, deixando de lado o momento de fã irritada porque mudaram no filme detalhes da historia, o filme é super dinâmico. Toda hora tem ação, mistério, e aquele maravilhoso suspense. Rola até um levíssimo romance. Bem leve. Sem dúvidas, eu saí deslumbrada do cinema. Adorei. Mas preferiria que fosse mais leal ao livro.
Como estou aqui para avaliar a qualidade do filme apenas, nada mais justo que dar 5 estrelas. Mas falando como fã, a falta de lealdade à historia merecia 2 e meia. Ha-ha-ha.

Arquivado em: Filmes.


20 de dez. de 2010

Resenha: 2001: Uma Odisséia no Espaço

Nome do filme: 2001: Uma Odisséia no Espaço
Original: 2001: A Space Odyssey
Diretor: Stanley Kubrick
Duração:  139 minutos
Sinopse: Desde a "Aurora do Homem" (a pré-história), um misterioso monolito negro parece emitir sinais de outra civilização interferindo no nosso planeta. Quatro milhões de anos depois, no século XXI, uma equipe de astronautas liderados pelo experiente David Bowman (Keir Dullea) e Frank Poole (Gary Lockwood) é enviada a Júpiter para investigar o enigmático monolito na nave Discovery, totalmente controlada pelo computador HAL 9000. Entretanto, no meio da viagem HAL entra em pane e tenta assumir o controle da nave, eliminando um a um os tripulantes.
Resenhado por: Ciel

Resenha: 2001. Mais que um filme; uma obra de arte. Chegou aos cinemas em 1968 e, desde em então, não parou de maravilhar milhões de pessoas. Com grandes cenas como uma morte que me foi tão fria, perturbadora e, ainda assim, sem significado nenhum para alguns dos que já assistiram esta obra cinematográfica, fez muitos se perguntarem sobre nossas éticas e morais. Efeitos especiais que deixaram a população não só do Reino Unido de queixo caído, mas de todo o mundo, fazendo até com que muitos dissessem que o pouso real na Lua, alguns anos depois, fora forjado por Stanley Kubrick num set. 
Começando com um bando de primatas na primeira parte que é chamada de "Aurora do Homem", tudo o que vemos aqui são rochas e - claro - os antes mencionados em seu dia-a-dia. Isto é, até a chegada do monolito. Só é possível ouvir coisas ininteligíveis, mas é claro! O primeiro diálogo do filme aparece por volta dos vinte e cinco minutos, quando chegamos ao espaço. E, novamente, devo comentar sobre a genialidade de Kubrick e Arthur C. Clarke, com quem o diretor co-escreveu a história. Mas, tudo, é claro, gira em torno de um grande monolito encontrado na superfície de uma das luas de Júpiter, Japetus. Um monolito é, em si, um grande retângulo preto em pé. O que ele faz? Isso fica para você descobrir e eu passar a outro tópico. Como, por exemplo, HAL 9000, o computar - ou A.I. - da Discovery, nave que está levando os tripulantes para Japetus, para saber do objeto. Hal é o único personagem que, em todos esses anos, ainda consegue me dar medo. Sua voz, calma e suave, é de dar arrepios. Além do que, ele controla quase a nave inteira. E a maravilhosa trilha sonora que todos devem reconhecer - sim, aquela - aparece de tempos em tempos. Um verdadeiro clássico.
Com um final tão esplêndido que, ao acabar, fiquei sete minutos até finalmente decifrá-lo, adicionando o tempo dos créditos, é claro. Esse é um filme não só excepcional como, também, filosófico. Um filme sobre nós, seres humanos; sobre como chegamos aqui e, por fim, o que nos motivou a avançar. Mas não, os tópicos não param por aí, há muito mais além disso, como a destruição de uma ogiva nuclear, o descobrimento de armas por parte dos primeiros habitantes do planeta e assim vai.
Vale à pena? Sim. Mas esta, infelizmente, se provou não ser uma obra para qualquer um, já que é preciso ter paciência o suficiente para assisti-la e, finalmente, entendê-la. 
Por fim, 2001: Uma Odisséia no Espaço é um maravilhoso filme de um brilhante diretor.


Trailer:



Arquivado em: Filmes

16 de dez. de 2010

Piratas do Caribe 4


E em maio de 2011 sai o quarto filme de Piratas do caribe!
São ótimos filmes, com um trama envolvente - tenho certeza que muita gente concorda comigo!
Você leitor deve estar se perguntando - mas por que postar sobre um filme que só sai em 20 de maio de 2011? SImples! O trailer acaba de sair, e acho que nada melhor que um bom trailer para nos animar um pouco. Por isso, fica a dica! confira o trailer abaixo!